terça-feira, 8 de agosto de 2017

O paradigma do menos é mais para os movimento da qualidade hospitalar e segurança do paciente.

Os sistemas complexos estão cheios de interdependências - difíceis de se detectar - e de respostas não lineares. "Não linear" significa que, quando se dobra a dose de, digamos, um medicamento, ou quando se dobra os funcionários de uma fábrica, não se obtém o dobro do efeito inicial.

domingo, 23 de julho de 2017

Quando a Acreditação Hospitalar mais atrapalha do que ajuda II

Quem poderia orientar consultores a se deterem em padrões e não em orientações rígidas e inegociáveis de como adequar-se a eles? 



Estão orientando hospitais que ainda estão dando os primeiros passos em estruturação física e de pessoas nas comissões hospitalares a fazer o ideal, comprometendo condições para fazerem o possível.

Numa discussão recente sobre revisão de óbitos em hospital de conhecido, a orientação foi de "obrigatoriamente revisar TODOS".

Eu trouxe recentemente ao Brasil Allen Kachalia, Chief Quality Officer at Brigham & Women’s Hospital. Se em Boston pensam e fazem assim, o que passa na cabeça dos consultores brasileiros? Será excesso de romantismo ou falta de conhecimento específico mesmo?


segunda-feira, 17 de julho de 2017

O paradigma do menos é mais para os hospitais brasileiros

Há uma espécie de contradição no texto que reflete a dimensão do desafio. Várias condutas "menos é mais" seriam responsáveis, na verdade, por aumento da carga de trabalho do pessoal da ponta, já sobrecarregado. Ou demandariam uma melhor relação de técnicos de enfermagem por pacientes, por exemplo. Menos não necessariamente é fácil... ou o que é menos para pacientes pode ser mais para a equipe!




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