sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Neil Winawer 5 x 0







Ontem, o hospitalista da Emory University / Atlanta, e editor-chefe do Journal Watch Hospital Medicine, encaminhou-me a foto, em alusão ao placar elástico do último clássico Grenal.

Brincadeira à parte, ilustra a parte mais bacana do movimento construído, com desdobramentos muito além da Medicina. 

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Membro de SBMFC + SHM

Venho há algum tempo sem participar do associativismo relacionado às minhas especialidades no Brasil. Por diversos motivos, já expostos neste espaço. Já tendo até brincado de tentar criar uma via alternativa...

Sou generalista!

Esta semana decidi que, para manter-me informado de tudo que diz respeito à Medicina Generalista, mesmo que trabalhando exclusivamente em hospitais, estarei mantendo minha associação à Society of Hospital Medicine (EUA), e aderindo também à Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade.

Interessante notar que o movimento hospitalista no Canadá está no seio do movimento de family medicine.

O fato é que não participo mais de associações sem coisas básicas como transparência mínima, eleições, alternância de poder ou visão crítica sobre potenciais conflitos de interesse.

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Entrevista com Daniel Wolfson - Choosing Wisely

Já no túnel do tempo: Você conhece este médico? (ZH, 28 de abril de 2008, na página 14)

Você conhece este médico?, texto que comecei a rasurar voltando de evento da SHM

Apresento-lhes um novo tipo de médico. É o hospitalista, especialista em medicina hospitalar. Ele se dedica, em tempo integral, ao cuidado de pacientes hospitalizados e os devolve ao colega do ambulatório no momento da alta, primando pela adequada transição do cuidado. Nos Estados Unidos, a medicina hospitalar surgiu em meados da década de 90 e não se tem notícia na história da medicina moderna de um segmento que tenha tido um crescimento tão vertiginoso. No início, eram cerca de 800 hospitalistas – vistos até com uma certa desconfiança. 
Em 2006, somavam aproximadamente 20 mil e as projeções mostradas no Encontro Anual da Society of Hospital Medicine (SHM), recém encerrado em San Diego, na Califórnia, apontam que, em 2012, provavelmente serão mais de 30 mil médicos generalistas, aumentando a satisfação das organizações, dos usuários e de profissionais da saúde envolvidos no cuidado intra e extra-hospitalar. 
Hábil para coordenar equipes multidisciplinares, o hospitalista vem para assumir papel de liderança na busca da segurança do paciente e no aumento da qualidade e da eficiência dos serviços prestados, destacando-se em áreas como co-manejo, tecnologia da informação, pesquisa, educação e, sobretudo, gestão de recursos hospitalares. Exatamente por ter essa versatilidade e amplitude de conhecimento, é capaz de possibilitar que o paciente permaneça menos tempo internado, reduzindo os riscos e os custos que envolvem uma hospitalização. Estimativas demonstram que a atuação do hospitalista pode reduzir o tempo de internação dos pacientes em aproximadamente 12% e os custos do hospital, em média, em 13%. Isto tudo com ganho de qualidade. 
Por trabalharem, via de regra, dedicados a uma única instituição, passam a realmente conhecer seus processos e poder aprimorá-los. Aliás, passam a conhecer inclusive seus problemas ou saber onde as operações trancam. A colaboração de hospitalistas no controle de infecção hospitalar, assunto que está mobilizando a população gaúcha, principalmente a de Porto Alegre, em decorrência do surto de germes panresistentes a antibióticos, está bem documentada na literatura.
A expansão da medicina hospitalar em nosso meio – cujo 1º Congresso Brasileiro ocorrerá no início de maio, em Gramado – fortalece uma estratégia de busca por uma atuação médica mais horizontal e aprofundada no ambiente hospital, com maior comunicação e sintonia entre todos os profissionais envolvidos.

domingo, 9 de agosto de 2015

Hospitalistas estão na vitrine em Portugal


Vejo o valor do que foi feito aqui no Brasil há quase 15 anos na medida em que Portugal parece ter despertado para o assunto nos últimos dois (verdade relativa). Matéria em melhor resolução aqui: http://bit.ly/2s4w8Jo.

Nunca vislumbrei meu movimento aqui como a tentativa de impor um modelo, mas sim como fonte de reflexões sobre práticas assistenciais e corporativas, algo já sacramentado.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Fazer mais não significa fazer melhor



Italiano do projeto Slow Medicine e da reportagem da Veja virá ao Brasil e terei a possibilidade de recebê-lo em meus dois hospitais. A atividade no Divina Providência será aberta a meus contatos externos.

Marco Bobbio falará segundo cronograma abaixo:

10/09: atividade independente, sob o comando de Marcelo Bonhemberger, da disciplina de ética aplicada da PUCRS: "Conflict of interests: from research to clinical practice" (será aberta ao público e enviarei mais detalhes em breve)

11/09:
11hrs - Hospital de Clínicas de Porto Alegre: "O doente imaginado" (título de seu mais recente livro)
17hrs - Hospital Divina Providência: Doing more does not mean doing better: Choosing Wisely campaign in Italy / Slow Medicine.

De Porto Alegre ele vai à São Paulo falar no Hospital Sírio-Libanês.

Quem tiver interesse em ler toda matéria da Veja: http://bit.ly/2rCkvV8
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